terça-feira, 26 de agosto de 2008

Mais um dia no açougue

Ele sai do trabalho num desses dias que que chefe pega no seu pé o levando a pensar no homicídio como uma boa solução que traria um silencio confortante. Isso sem falar naquela namorada neurótica que num surto psicótico passa o dia ligando a cada 5 minutos fazendo ameaças baseadas em alguma paranóia sem sentido que o leva a mandar ela tomar no cu e logo em seguida desligar o telefone na cara da desgraçada. Indo pra casa você observa as pessoas na rua e pensa em como seria legal derrubar o senhor de muletas que esta na sua frente, e quem sabe roubar a grana do cego e falar que o sinal ta vermelho e que ele pode passar quando na verdade,o sinal esta verde, sente uma vontade enorme de pegar uma barra de ferro e espancar o pastor que fala sobre a luz enquanto você ta com energia da sua casa cortada. Olha pras crianças, bebês inocentes e imagina como seria legal toma los dos braços de suas mães e joga-los no chão e começar a chuta-los . Olha pra todos e se sente feliz em imaginar como seria bom priva-los de todo esse futuro sem graça que vem pela frente. Ele finalmente chega em casa e o telefone não para de tocar e mal senta no sofá e a vizinha chata da frente não para de bater na porta pedindo pra abaixar o som. Ele chega na cozinha e enfia a mão no liquidificador até sentir algo além da monotonia que costuma acompanhar sua semana sem sentido e fica la com a mão ensanguentada esperando a dor fazer sentido.

6 comentários:

Polly. Milani ® disse...

PQP
eu amei isso
pq tem tudo de Pollyanna neste texto
fala a vdd vc le meus pensamentos nhe?
a parte dos bebes e do liquidificador sao minhas cm ctz...

:***

Clarissa Marinho disse...

Direto,cru,sangrento.Gostei

geraldo_2022 disse...

CARAI, IGOR! ÓDIO PURO ESSE TEXTO! MUITO FODA!

Sara disse...

Esperou pra caralho.

Géssica Medeiros disse...

uahiuahuhuiahui

Maria Eunice Boreal disse...

claro, po! quem escreveu foi o Paulinho da Viola. Desenvolveu-se... Escreveu esse texto no momento que pintou o corpo do Ney Matogrosso,!./