segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Te usar é a alma no negócio

EFETUANDO A COMPRA-PARTE 1

Desde cedo meu pai me ensinou que mulher gosta de sofrer e quando elas pedem pra parar na verdade elas querem que você continue porque estão morrendo de tesão. Eu devia ter uns 27 anos quando vi aquela menina saindo do colégio com o caderno contra o peito,olhando pro chão e aquela cara inocente que elas tem quando na verdade estão doidas pra dar, aquilo me deixava logo de pau duro e tratei de pegar o carro e oferecer uma carona pra ela que sorriu timidamente e depois de muito relutar topou, eu nunca gostei das coisas faceis e queria sacar o que ela tinha pra me oferecer então enrolei ela e começamos a namorar pois, so assim eu teria como saber se aquela garota era quente mesmo. Eu tava certo! 14 anos descobrindo a libido, aquele resquicio de inocencia tentando controlar toda a devassidão que ela tinha entre as pernas, o fato dela ser virgem, isso tudo me deixava louco. Tentei comer a putinha mas ela fez cu doce e bancou a virgenzinha santa que não trepa pois é muito nova, então eu chutei ela. Mas ainda queria aquela boceta e queria ser o primeiro, isso me deixava louco. Resolvi fazer as pazes pra conseguir o que queria e fui la na casa dela de carro pra dar uma volta. Chego la e pergunto se ela não quer dar uma volta comigo pra ver a lua e toda essa viadagem sensivel de que precisamos conversar e ela entra no carro com aquele sorrisinho bobo. A estrada é longa e começa a chover, o frio e minha impaciencia silenciam as perguntas estupidas que ela lançava a cada minuto e as curvas foram ficando pra tras e chego num ponto tranquilo da estrada onde podia colocar o carro por tras de umas arvores e onde a lua estava bem visivel. Então a chuva parou e puxo ela pelo braço pra fora do carro logo jogando ela por cima do carro e tirando o cinto e arreando as calças com o pau pra fora e tratando logo de arrancar as roupas dela que tenta fugir e em choque começa a perguntar o que estou fazendo. Dou um tapa na vadia e mando calar a boca, digo que ela sabe muito bem o que eu tava fazendo e que sei o que ela quer. Começo a meter naquela boceta quentinha e sinto algo úmido no meu pau que me deixa mais excitado ainda e enfio e quanto mais ela chora, pede pra parar, esperneia mais vontade eu sinto e meto mais forte. As lágrimas dela rolam nas minhas costas e ela so soluça sem folego pra continuar chorando. Digo que ninguém pode ouvir ela e que ela so tem a mim e finalmente gozo e tiro o meu pau todo sujo de sangue ,ela ja não chorava mais e so se ouvia um silêncio que me deixava inquieto demais pra continuar ali e jogo as roupas dela no chão e acendo um cigarro e mando ela entrar no carro. Logo me certifico de que ela não vai contar nada a ninguém e vou deixar a escrota em casa. A mãe dela nem desconfiou que sua filha era uma tarada que gostava de foder violentamente, me despeço dela e caio fora. Nunca mais fui atras dela, ja tinha conseguido o que queria mas ainda a vejo por ai na rua.

PAGANDO EM SUAVES PARCELAS-PARTE 2

Eu tinha uns 14 anos e ainda não tinha me acostumado com a menstruação mas seguia sendo uma menina timida e insegura mas que tem todos aqueles sonhos bobos inocentes que normalmente se tem quando é adolescente. Era aquela menina estranha que as pessoas ignoravam por ser diferente mas estava começando a buscar uma vida social, sair, ir a uns shows de bandas que gosto. Um dia saindo da escola eu percebi um carro do meu lado me seguindo devagar quando olho pro lado e vejo um rapaz simpatico ,confesso que me senti atraida sim e ele acabou sendo meu primeiro namorado. Eu estava feliz e achava que aquilo ia durar muito tempo, que as coisas seriam perfeitas como sempre sonhei mas ele tinha outros planos. Me achava nova demais e não estava preparada pra começar uma vida sexual pois o mais perto que cheguei disso foi ficar excitada com algum poster do Axel Rose que eu tinha no quarto. Ele tinha seus 27 anos e não queria esperar nem entender ,pois como eu me sentia era algo que parecia não importar pra ele. O cara terminou comigo e eu fiquei muito mal por uns dias, dormindo mal e não comia direito e toda aquela coisa de praxe de fim de primeiro namoro em que o mundo parece girar em torno disso e de uma hora pra outra ele acaba, explode. Os dias passam tristes até que em algum domingo qualquer chega um carro na minha porta e era o meu ex, não consegui esconder o entusiasmo com sua chegada e ele me convidou pra sair pra dar uma volta e ver a lua. Bobagem de quem esta apaixonada e acha tudo lindo, então logo tratei de convencer minha mãe e quando consigo, entro no carro com ele. O caminho me parece estranho e longo e ja esta ficando escuro, começa a chover ,o frio me incomoda e pergunto a ele pra onde vamos e porque estamos indo tão longe. Ele me disse que nunca seria longe demais se ele estivesse comigo, achei tão lindo aquilo. As curvas vão ficando pra tras e a longa estrada parece não ter fim, a chuva vai passando e a estrada continua longa e firme rumo a lugar nenhum até chegarmos a um ponto onde ele para e sai da pista encostando o carro atras de umas arvores , sai do carro abrindo a porta do meu lado e me puxando bruscamente pelo braço o que me leva a ficar confusa mas começo logo a ter medo quando ele tira as calças e me joga contra o carro, vindo pra cima de mim como se fosse algum desses monstros que você tanto teme quando é criança. Quando pergunto o que ele estava fazendo ele responde grosseiramente falando que sou uma vadia e que sabe muito bem do que as vadias gostam e tira minhas roupas e começa a me penetrar violentamente ,tento gritar e ele tenta me sufocar com as mãos no meu pescoço. Ele logo depois trata de usar as mãos pra controlar as minhas que tentavam empurrar ele , então começo a chorar e implorar pra que ele parasse com aquilo e ele continua mais forte e a dor aumenta. Sinto algo quente escorrendo entre minhas pernas, era o meu sangue e não senti nenhum prazer muito menos tive algum carinho. Minha primeira vez era violenta como uma perda, tente imaginar sua maior perda e talvez você ainda não entenda como me senti e ele parecia indiferente a tudo isso como aquele vento frio e silencioso.Olho pra cima e vejo a lua cheia e lembro nunca ter achado o céu tão horrivel quanto nesse dia. Não conseguia mais chorar e depois de muito soluçar fiquei em silêncio , a única coisa que conseguia sentir era a dor como se estivesse entrando em comunhão com ela. Quando o porco maldito goza ele me larga no chão e fica com um sorriso demente de prazer estampado na cara ,mas logo parece inquieto e nervoso, jogando minhas roupas no chão, mandando eu vestir logo tudo pra cair fora dali. De volta a estrada um caminho longo de ameaças garantiram meu silêncio durante anos e minha mãe nunca suspeitou daquele passeio inocente. Um passeio que custou muito caro e que doi até hoje. Você garota sonhadora que pensa no cara ideal e planeja sua primeira vez com algguém especial ja imaginou ter sua primeira vez assim? furtada violentamente sua fantasia com um dia perfeito ao lado de alguém que ame ou menos te respeite. Minha vida sexual desde então tem sido um processo de autodestruição a procura de um orgasmo, algo além da dor mas todas as outras relações sempre ficaram a sombra da minha primeira vez e foram apenas reflexos menos doloridos dela. Se o filho da puta queria ser marcante pra minha vida ele conseguiu, da maneira mais suja e covarde que ele poderia ter. Como vou dormir em paz? ter um relacionamento saudavel com alguém quando eu so lembro do sangue escorrendo entre as minhas pernas e dele que continuava indiferente a qualquer sofrimento que estivesse provocando. Hoje sou a vadia que da pra todo mundo e todos falam o velho "ja comi" mas ninguém sabe da urgencia e do desespero em sentir algo e quem sabe até ter algum cara legal ao meu lado. Se contei a alguém? nunca! mas me diga que diferença isso faz? nada vai mudar o que aconteceu. Hoje eu ja não tenho mais posters do Axel no quarto.


NOME SUJO-PARTE 3

Tinha uma aluna problemática que vivia isolada do grupo e parecia desinteressada em tudo menos nas aulas de literatura,as minhas aulas. Comecei a me interessar por literatura logo cedo e percebi o mesmo na garota então acabei estabelecendo uma ligação muito forte com ela, uma amizade que aos poucos a deixou a vontade pra revelar coisas que me fizeram ter novamente asco da humanidade, coisa que volta e meia era comum comigo. Nunca entendi como alguém pode ser tão egoista e sacana com outra pessoa simplemente por prazer. Ela tinhas uns 14 anos e morava com o pai autoritario, uma mãe passiva e um irmão desastrado. Uma casa simples porém confortavel com espaço suficiente pra familia. Seu pai que estava desempregado passava a maior parte do tempo bebendo com os amigos em casa e o irmão matava aula e roubava grana da mãe que trabalhava numa lanchonete no centro e so chegava do trabalho la pras duas da manhã. Ela passava a maior parte do tempo com o pai que a protegia com um certo exagero mas que, logo revelou suas reais intenções quando começou a tocar na menina de uma forma diferente até o dia que finalmente violentou a coitada na frente de mais dois amigos e ainda forçou o irmão dela a fazer o mesmo e tudo isso foi filmado e se tornou tão rotineiro a exibição desse video na sala quando o porco velho estava sozinho na sala quanto as tradicionais partidas de futebol exibidas nas quartas feiras. Ela me contou tudo isso chorando e me abraçou como se estivesse perto de morrer, com aquela urgencia de quem so pode contar com uma pessoa. Então mesmo que ela tivesse medo e relutasse e tenha me implorado pra não falar nada, resolvi ter uma conversinha com o pai da garota. Tudo foi muito rápido e o barulho de coisas se quebrando pela casa dava a impressão a quem estava fora de que estava tendo uma briga das feias dentro daquela residencia. O pai da garota me pareceu familiar, mas caido no chão sangrando ele me pareceu bem mais justo, justo como ele nunca foi na vida.

CONTA PAGA-PARTE 4

Sempre gostei de beber no velho boteco encostado no balcão sozinho, um dia minha solidão foi estuprada por uma mulher com uma beleza triste daquelas que te fazem pedir outra dose. Peço outra dose e ela me pede o isqueiro , depois de acender o cigarro pede uma pra ela também e começa a puxar assunto, fala uma historia triste de como foderam com ela quando tinha 14 anos perto de uma estrada e como o filho da puta foi sacana ainda deixando ela em casa como se nada tivesse acontecido.Seu primeiro namorado e concerteza o mais marcante. Ela so o encontrou novamente duas vezes e uma dessas vezes ele disse que não fez por mal e ela apenas virou o rosto pro outro lado indo embora em seguida. O cara estraga sua vida e depois chega e fala "foi mal!" realmente eu também ficaria puto. O papo segue . Ja estou bebado quando ela me pergunta se quero saber quando foi a segunda vez que ela o encotrou. Digo que se ela quiser falar, estiver se sentindo a vontade. Ela começa a rir e fala que ta a vontade sim pois eu fui o único cara que não olhou pra ela querendo come la até porque eu não parava de olhar pro copo. Então ela continua e diz que foi fazer uma visita ao pai de uma amiga dela que por sinal era sua aluna. Bem...ela disse que o pai dela era "carinhoso" demais com a filha e adivinhem so, era o ex namorado dela, o primeiro que levou ela pra ver a lua saca? a última vez que ela o viu fazia exatamente duas horas e o cara tava com a mão no pau, caido no chão e perdendo muito sangue. Ela saiu e trancou a porta e deixou o desgraçado la sangrando. Quando ela me conta isso eu começo a rir descontroladamente e peço licença pra ir no banheiro mijar,quando volto minha conta esta paga e ela deixou um bilhete onde estava escrito "acidentes acontecem" . Volto tombando pra casa penso em tudo que escutei e me pergunto se ela matou mesmo o cara e se aquilo tudo era verdade mas so chego a conclusão de que espero realmente que ela tenha feito um serviço e que não seja pega. Coitado do cara que vai remover o lixo na sala, aquela cena bizarra do cara com o pau na mão e aquela poça de sangue deve ser algo desagradavel de se ver mas quem trabalha com isso deve ver defunto todo dia mesmo. O cara ja tava velho, ja não tinha 27 anos e mais cedo ou mais tarde alguém vem te cobrar e você tem que pagar as contas.

9 comentários:

Géssica Medeiros disse...

;O
ficou muito massa

Eveline disse...

Eu queria escrever com maldade assim.
Texto seco a primeira vista. Cheio de dor e (in)sensibilidade.

"Minha primeira vez era violenta como uma perda..."

Escreveu de uma maneira bonita, digo bonita e não boba. Toda perda é violenta e as amorosas as vezes são devastadoras como a da menina do seu texto. Quem já não foi violentado assim antes? Não,não falo do físico mas me refiro à violência humana sentimental. Acho que o teu texto é perfeitamente violento e é muito mais do que algo físico, mostra uma violência muito pior.

"Um dia minha solidão foi estuprada por uma mulher com uma beleza triste daquelas que te fazem pedir outra dose."

Sinceramente? Eu queria ter escrito isso.

bem... eu gostei muito, além de vermos todos os lados "violentos" da história. Acho que a gente vê o ser humano sendo transformado, ou apenas sendo o que realmente são...tudo é processo, mas nada mais íntimo e revelador do que o instinto que temos, seja ele bom, ruim ou nulo, lacrado por uma sociedade violenta de repressão.

Bom ... bom texto.

Beijos violentos, escritor!

Polly. Milani ® disse...

nao preciso comentar neh?

Clarissa Marinho disse...

Caramba!Gostei demais,de todos.Todos secos,diretos e sangrentos,porque como disse Clarice(acho que foi ela),viver sangra.
Muito bom mesmo.Bons do começo ao fim!Continue a escrever!

Felipheus MinusDecay disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Felipheus MinusDecay disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Felipheus MinusDecay disse...

Gostei n.ele queria oq?Num rolou nem uma convessa e tal...tudo seria diferente(o ceu poderia ter sido lindo).Aqui em minha cidade(Mangabeira)tem historias parecidas q tiveram finais felizes.E outra coisa.Faltou o tradicional boquete Gostosinho.Esse cara n sabe nada de meninas de 14 Nem de 13 nem de 12....num ta com nada!uma vergonha

desligaa disse...

legal. a moral da história lembra as historias de zé do caixão :)

Jully disse...
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