terça-feira, 13 de novembro de 2007

Um abraço pelo fim de tudo

Eu quero agora toda a sua dor pra sem hesitar colocar todas sombras de promessas nunca realizadas dentro de uma caixa com todas as malditas dores. Uma caixa de nada em especial,pelo menos nada além da vontade de entender o que se passa mas seus lábios nunca ousaram proferir pra mim alguma explicação e num abraço de segundos eternos,ansioso não por exatamente mais tempo,mas por algum tempo real e intenso que se faça sentir assim como o fim de uma tarde e inicio de uma noite,o turno que parece que nunca vai ter fim, e onde os amantes,bebados,putas e desafortunados com empregos perfeitos pra insones se encontram nas ruas perdidas da cidade em pontos de ônibus sempre a espera como a sua espera por algo vivo,eles querem ter alguma esperança e geralmente a de voltar pra casa ja é o suficiente. E tudo acontecendo enquanto um abraço corta a noite com todo o seu frio sendo aquecido por tão pouco tempo de alguns segundos que podem valer mais que alguns anos. E todos os dedos apontam e condenam mas qquem daria atenção pra julgamentos quando se tem tão pouco e todos os que julgam gosstariam desse pouco também. E sozinho pintando o quarto com a cor das confisssões ee lembrando de tão pouco e tão significante momento de estraçalhar o mundo esquartejando toda a frieza de tanta indiferença diante de alguma coisa ainda sincera,sem nome ou definição mas sempre sincera. Amanheceu e com o sol ela ja não esta la a muito e a apatia volta a condenar tudo ao tédio até algum dia ou noite em outros braços alguma coisa se encontrar. Alguns pagam outros apenas abraçam e esquecem de números e apenas se aquecem resitindo como as baratas a pior de todas as explosões mas nunca indestrutiveis diante de um belo pisão que esmaga e sufoca quebrando todas as vertebras e so deixa pedaços de algo que nunca se pode encaixar depois de desmontado. Um belo nome que não existe ou simplesmente ninguém consegue se lembrar. Chame como quiser se um dia lembrar...

Um comentário:

Clarissa Marinho disse...

a frieza e indiferença do dia a dia fazem com q a gente dê valor ao menor gesto de carinho né...