Enterre o amanhã
Em longas divagações
Cruze os braços
se entregue as sensações
e faça da sarjeta seu divã
Enquanto o mundo gira
Você permanece deslocado e tonto
Seus lábios selados
Afogam amores imaginários
seguindo um ritmo torto
encharcado na rotina
Lançando desejos no poço
O fundo te olha
E o sorriso é tão vazio
preso a uma bolha
Te sugam o tempo
E cada segundo se faz parasita
Melancolia e morfina
Anestesiam as dores
e as chagas estaticas
permanecem constantes
Amenizam o flagelo
Com o gelo da indiferença
Seu caminhar erroneo
dopado e senil
se encontra em um turbilhão
de sabores desgostosos
onde existe uma escada pro abismo
e você desce o corrimão
e encara um destino vil
revelando seus dias nublados
Anoitecendo desejos
Estão os limites
Aqueles que escolheram por você
Os grilhões e a falsa liberdade
Que te empurraram numa liquidação
Aquilo que te põe a mercê
De joelhos em estalactites
O teto se revela seu novo chão
Escravizado pelo topo
A vitória te condena
A função de vencer
Quem se priva das derrotas
So ganha as sobras das glórias
Não existem motivos pra percorrer a reta final
Quando se esteve sempre em primeiro lugar
Muitos caminham cabisbaixos
Mas quem esta no pódio
precisa olhar pro chão
Para enxergar o reflexo que a escória lhe reflete
E tombo smepre é maior quando se está no primeiro lugar
Perder e ganhar congelam o placar
As tentativas fazem a partida rolar
Competir não é importante
Fazer está além dos resultados
Apenas faça o que nunca poderão fazer por você
Mesmo que seja tudo em vão
Ou talvez nem exista mais motivação
Quem sabe reste alguma pro gatilho
Existe uma roleta russa
e ela se chama respirar
agora é tudo que temos
amanhã te aguardão as sobras
e o ontem nem mesmo pode ser tocado
Hoje se vive a queima roupa
Cravado de balas
são as palavras sinceras
raridades que não se encontram nos sebos
Não se acha auntenticidade apenas com a imagem
As longas amarras da gramática
Obrigam a expressar uma igualdade forçada
Um estupro ao espontaneo
Uma punhalada no erro
Afirmam o correto
Esquecem que comungamos na falha
Tristes aberrações tentam nutrir
Os sentimentos que alimentam por algo
Alguns não tem uma perna
Outros esqueceram do senso de humor
Existem até mesmo os que tem tudo
Mas nunca conheceram o simples
Mudam os nomes e endereços
Alguns trabalham e outros não
Seja qual for a função
A humanidade perdeu a razão
Pois a razão se tornou uma desculpa
Um artificio carregado de autopiedade e egoismo
Você mata e pede perdão
Mas nunca perdoa os homicidios que lhe causaram
E quando se da ao trabalho de cogitar a possibilidade
Joga a autoria do perdão em cima de algum cristo
E prosseguimos criando e acreditando
Em dúvidas que respondem por nossas responsabilidades
Inventamos motivos onde não existem
Explicamos a dor que apenas queriamos causar
O flagelo que era mero entretenimento
Porque somos covardes demais pra insultar
Precisamos ferir com algum porque
Por que?
Deixe sangrar e procure uma justificativa
Enquanto tento bolar a minha
segunda-feira, 14 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Contos do além fossa
Lealdade e devassidão colidem na madrugada
O som suave da brisa fria da madrugada era um convite pra uma caminhada solitária até a praça. Os carros cruzam seu caminho com as luzes violando a escuridão fria e muda, poucos bares abertos exibem sorrisos alheios, distantes que mais parecem perdidos num rosto qualquer e são tantas faces mas no fim da noite todas são só mais uma. No centro da praça, produzindo ecos em extase está aquela mulher que você, um mero professor do segundo grau,insone e apaixonado pode um dia depositar alguma confiança. Todas foram sempre assim né? um patético reflexo na sua crenças de que seus sentimentos se refletiam nessa galeria de mulheres virulentas. Ela estava fodendo como se buscasse o último orgasmo de sua existência sacana. Atrás de um muro bem ao centro da praça a sua inocente mulher com rosto angelical e aquele esboço de sorriso tímido de garota ingenua estava ali ateando fogo entre as pernas as custas da sua dor. A mais suja das vadias não seria capaz de gozar da sua ruína. Mas a muito tempo se fala que as melhores execuções eram em praças públicas. Esse pode ter sido o seu melhor...o que resta são só sobras.
Um prato feito por nada
Ele sempre foi gordo e nervoso como um porco prestes a ser abatido. Nunca teve uma mulher que não tivesse que pagar pela companhia mas ele sempre dizia gostar de viver as pornografias das 4 paredes de um puteiro qualquer. Um dia ele conheceu Tereza e ela nunca tinha transado com alguém sóbria e sem cobrar mas nesse dia quando combinaram o programa por alguma ironia ela não estava bebada e o gordo estúpido conseguiu fazer essa viciada gozar como se aqueles fossem os únicos segundos que podia usufruir. Primeira vez que aquele saco de banha proporcionava algum prazer a alguma mulher. Ela não cobrou e desde então ele vive indo visitar a puta. Certa vez em uma daquelas mesas ele foi la so pra conversar com ela e fez algo que nunca tinha feito antes. Apesar de ja ter penetrado centenas de vaginas que o seu salário minimo podia pagar ele nunca havia beijado uma mulher. E ali estava Tereza com a boca cheia de porra recebeu um beijo do gordinho rastejante e ela se sentiu única enquanto ele depois de beija-lá olhava seus olhos e sorria como uma criança enquanto a porra escorria nos cantos da boca do gordo e nenhum sêmen podia tirar essa eufória dele.
Agite antes de usar
Outro dia eu bebia uma cana com um velho amigo e conversavamos sobre emprego e eu lhe dizia que estava desempregado mas tava tranquilo porque não existia nada pior do que trabalhar limpando banheiro de lanchonete. Foi quando ele retrucou e contou como era a rotina do seu novo trabalho. Ele cuidava da limpeza de um cinema pornô localizado no centro da cidade e frequentado por pedofilos, travestis, putas, traficantes a procura de uma chupada no horário almoço, bons rapazes de boa família e bom emprego mas que vivem o subterrâneo de suas pervesões escondidos nas sombras marginais de antros como esse onde nenhum conhecido seu seria capaz de passar sequer na frente. Todos aqueles velhos tarados e fedorentos e aqueles moleques que não pegam ninguém e vão ali pra ver se partilham sua ejaculação precoce com uma bicha ou puta afim de uma intera pra uma pedra. E era esse pessoal que ele tinha que aturar, era a escória, assim como ele e por isso mesmo insuportavel. Mas muito pior do que a escória eram as paredes e cadeiras gozadas que ele tinha que limpar e depois de passar um dia inteiro ouvindo gemidos e vendo putaria na tela e ao vivo, isso sem falar do cheiro e de passar o dia todo praticamente nadando com a cara enfiada em porra dos outros a única coisa que tinha vontade de fazer quando chegava em casa era de não ter sexo ou ver sexo na sua frente o que levava sua esposa a foder cosntantemente com seu vizinho e ele sabia disso e os dois sabiam que ele sacava tudo o que rolava. E sabe o que é pior? além de limpar a sujeira alheia e de ser indiferente a sexo e traições o cara ainda recebia pouco por isso. Ele batia com o punho na mesa enfurecido e berrrava puto: "Eu devia ganhar 1 milhão por limpar a sua porra". Dei um gole na dose e nervoso paguei mais algumas doses pro meu camarada pra assim entrar em acordo com meu chapa e silenciar minhas idas no cinema. Eu ainda tinha muita pipoca pra estourar...
Açougue e paranóia no parque de diversões
Depois de sua filha ter completado 13 anos o seu vício começou a corroer a relação das duas e passou a ser uma mãe desleixada e passando pela mão dos maiores canalhas até ver seu corpo se decompor em no vício e nas doenças venéreas. Um belo dia ela começou a observar a filha com uma atenção comovente. Tocou a pele da garota e acariciou o rosto da filha por alguns minutos. Com aquele sorriso débil de mãe coruja ela olhou pra sua única filha e companheira, já que era mãe solteira e desceu as mãos até os seios da menina que estavam crescendo. Já era uma moça, menstruava e chamava a atenção dos rapazes. Ela levou sua filha até a praia nesse dia e vendeu a garota pra algum gringo em troca de uns trocados e jogando a menina a um amanhã qualquer. Logo ela da as costas e deixa sua prole pra trás e depois de andar por 6 quarteirões ela consegue o que quer e coloca no cachimbo todo o amor que se limitou a sentir. O crack consumia sua vida num abraço confortante. Um abrigo longe da cruel sanidade.
Vigilante noturno
3 da manhã e seus olhos abertos fixos no teto o motivam a tomar uma iniciativa. Depois de bater a cabeça na parede algumas vezes você se certifica de quem o pesadelo é mais real do que se imagina. Você abre a janela e olha pra baixo e o chão parece ser um imã te atraindo para seus braços. Suas vozes permanecem em discórdia dentro das trincheiras que sua mente construiu. A janela te chama e você consegue voar para uma macha nas páginas policiais.
Fim de noite
Daqui a 1 hora o sol amanhece e todo o lixo se recolhe pras suas casas e toma um banho antes de dormir. Passei tempo demais sozinho e vendo esse pessoal denegrir qualquer crença que eu ainda poderia ter no ser humano. Vi todas as putas e todas as bichas e aquele viciados chupando traficantes. Saquei a arma e disparei. Hoje eu tomei banho no sangue imundo que me ceifa todos os pecados. Sou o santo pecador que assim como você se nutre parasitando as falhas alheias assim posso esconder meus segredos mais hediondos. Apenas agi como um inseticida enquanto tantos se privam do seu direito de expressar e agir diante do que lhe é nocivo.
Bom dia proletário!
A barba por fazer e uma pilha de curriculuns empoirados pra entregar se juntam ao meu cansaço de mais uma noite em claro. A angústia e melancolia me acompanharam nessa noite muda e seu silêncio gritava minhas falhas. Agora que o sol nasceu eu ganho a sua companhia e ele sorri um novo dia pra mim. Outro dia perdido como bala em tiroteio. Amanhã tento mais uma vez matar a motivação em estagnar.
O som suave da brisa fria da madrugada era um convite pra uma caminhada solitária até a praça. Os carros cruzam seu caminho com as luzes violando a escuridão fria e muda, poucos bares abertos exibem sorrisos alheios, distantes que mais parecem perdidos num rosto qualquer e são tantas faces mas no fim da noite todas são só mais uma. No centro da praça, produzindo ecos em extase está aquela mulher que você, um mero professor do segundo grau,insone e apaixonado pode um dia depositar alguma confiança. Todas foram sempre assim né? um patético reflexo na sua crenças de que seus sentimentos se refletiam nessa galeria de mulheres virulentas. Ela estava fodendo como se buscasse o último orgasmo de sua existência sacana. Atrás de um muro bem ao centro da praça a sua inocente mulher com rosto angelical e aquele esboço de sorriso tímido de garota ingenua estava ali ateando fogo entre as pernas as custas da sua dor. A mais suja das vadias não seria capaz de gozar da sua ruína. Mas a muito tempo se fala que as melhores execuções eram em praças públicas. Esse pode ter sido o seu melhor...o que resta são só sobras.
Um prato feito por nada
Ele sempre foi gordo e nervoso como um porco prestes a ser abatido. Nunca teve uma mulher que não tivesse que pagar pela companhia mas ele sempre dizia gostar de viver as pornografias das 4 paredes de um puteiro qualquer. Um dia ele conheceu Tereza e ela nunca tinha transado com alguém sóbria e sem cobrar mas nesse dia quando combinaram o programa por alguma ironia ela não estava bebada e o gordo estúpido conseguiu fazer essa viciada gozar como se aqueles fossem os únicos segundos que podia usufruir. Primeira vez que aquele saco de banha proporcionava algum prazer a alguma mulher. Ela não cobrou e desde então ele vive indo visitar a puta. Certa vez em uma daquelas mesas ele foi la so pra conversar com ela e fez algo que nunca tinha feito antes. Apesar de ja ter penetrado centenas de vaginas que o seu salário minimo podia pagar ele nunca havia beijado uma mulher. E ali estava Tereza com a boca cheia de porra recebeu um beijo do gordinho rastejante e ela se sentiu única enquanto ele depois de beija-lá olhava seus olhos e sorria como uma criança enquanto a porra escorria nos cantos da boca do gordo e nenhum sêmen podia tirar essa eufória dele.
Agite antes de usar
Outro dia eu bebia uma cana com um velho amigo e conversavamos sobre emprego e eu lhe dizia que estava desempregado mas tava tranquilo porque não existia nada pior do que trabalhar limpando banheiro de lanchonete. Foi quando ele retrucou e contou como era a rotina do seu novo trabalho. Ele cuidava da limpeza de um cinema pornô localizado no centro da cidade e frequentado por pedofilos, travestis, putas, traficantes a procura de uma chupada no horário almoço, bons rapazes de boa família e bom emprego mas que vivem o subterrâneo de suas pervesões escondidos nas sombras marginais de antros como esse onde nenhum conhecido seu seria capaz de passar sequer na frente. Todos aqueles velhos tarados e fedorentos e aqueles moleques que não pegam ninguém e vão ali pra ver se partilham sua ejaculação precoce com uma bicha ou puta afim de uma intera pra uma pedra. E era esse pessoal que ele tinha que aturar, era a escória, assim como ele e por isso mesmo insuportavel. Mas muito pior do que a escória eram as paredes e cadeiras gozadas que ele tinha que limpar e depois de passar um dia inteiro ouvindo gemidos e vendo putaria na tela e ao vivo, isso sem falar do cheiro e de passar o dia todo praticamente nadando com a cara enfiada em porra dos outros a única coisa que tinha vontade de fazer quando chegava em casa era de não ter sexo ou ver sexo na sua frente o que levava sua esposa a foder cosntantemente com seu vizinho e ele sabia disso e os dois sabiam que ele sacava tudo o que rolava. E sabe o que é pior? além de limpar a sujeira alheia e de ser indiferente a sexo e traições o cara ainda recebia pouco por isso. Ele batia com o punho na mesa enfurecido e berrrava puto: "Eu devia ganhar 1 milhão por limpar a sua porra". Dei um gole na dose e nervoso paguei mais algumas doses pro meu camarada pra assim entrar em acordo com meu chapa e silenciar minhas idas no cinema. Eu ainda tinha muita pipoca pra estourar...
Açougue e paranóia no parque de diversões
Depois de sua filha ter completado 13 anos o seu vício começou a corroer a relação das duas e passou a ser uma mãe desleixada e passando pela mão dos maiores canalhas até ver seu corpo se decompor em no vício e nas doenças venéreas. Um belo dia ela começou a observar a filha com uma atenção comovente. Tocou a pele da garota e acariciou o rosto da filha por alguns minutos. Com aquele sorriso débil de mãe coruja ela olhou pra sua única filha e companheira, já que era mãe solteira e desceu as mãos até os seios da menina que estavam crescendo. Já era uma moça, menstruava e chamava a atenção dos rapazes. Ela levou sua filha até a praia nesse dia e vendeu a garota pra algum gringo em troca de uns trocados e jogando a menina a um amanhã qualquer. Logo ela da as costas e deixa sua prole pra trás e depois de andar por 6 quarteirões ela consegue o que quer e coloca no cachimbo todo o amor que se limitou a sentir. O crack consumia sua vida num abraço confortante. Um abrigo longe da cruel sanidade.
Vigilante noturno
3 da manhã e seus olhos abertos fixos no teto o motivam a tomar uma iniciativa. Depois de bater a cabeça na parede algumas vezes você se certifica de quem o pesadelo é mais real do que se imagina. Você abre a janela e olha pra baixo e o chão parece ser um imã te atraindo para seus braços. Suas vozes permanecem em discórdia dentro das trincheiras que sua mente construiu. A janela te chama e você consegue voar para uma macha nas páginas policiais.
Fim de noite
Daqui a 1 hora o sol amanhece e todo o lixo se recolhe pras suas casas e toma um banho antes de dormir. Passei tempo demais sozinho e vendo esse pessoal denegrir qualquer crença que eu ainda poderia ter no ser humano. Vi todas as putas e todas as bichas e aquele viciados chupando traficantes. Saquei a arma e disparei. Hoje eu tomei banho no sangue imundo que me ceifa todos os pecados. Sou o santo pecador que assim como você se nutre parasitando as falhas alheias assim posso esconder meus segredos mais hediondos. Apenas agi como um inseticida enquanto tantos se privam do seu direito de expressar e agir diante do que lhe é nocivo.
Bom dia proletário!
A barba por fazer e uma pilha de curriculuns empoirados pra entregar se juntam ao meu cansaço de mais uma noite em claro. A angústia e melancolia me acompanharam nessa noite muda e seu silêncio gritava minhas falhas. Agora que o sol nasceu eu ganho a sua companhia e ele sorri um novo dia pra mim. Outro dia perdido como bala em tiroteio. Amanhã tento mais uma vez matar a motivação em estagnar.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Gastrite afetiva em febril estado de coma
O melhor ruído que sua vida pode vomitar
Sonhos distorcidos por cachaça e rivotril
O melhor ruído que sua vida pode vomitar
Está nas esquinas se exibindo num açougue vivo
Fumando crack e dando o rabo por qualquer coisa que mate a fome
O melhor ruído que sua vida pode vomitar
Se esconde na fé já descrente e preguiçosa
Na crença gorda e sedentária dos ícones falhos
O melhor ruído que sua vida pode vomitar
Se encontra na sua hipocrisia de conselhos e apreço
Seu aperto de mão é tçao falso quanto seus chutes
E todos os moralistas se erguem a seu favor
O melhor ruído que sua vida pode produzir
Está nos vagabundos que vivem a margem
Que em extrema estupidez insistem em acreditar que fazem a diferença
O melhor ruído que sua vida pode vomitar
É na minha cara, nos meus escritos amassados e na minha comida
O que produzo é tão podre quanto você por ser meu reflexo
E assim apodrecemos juntos em sinfonia delirante
O mnelhor ruído que que sua vida pode produzir
Está no coração entre as suas pernas
Gerando orgasmos claros
Gemidos e franqueza que o tempo pode acabar
Mas queremos algo além da solidão de qualquer companhia
O melhor ruído que sua vida pode vomitar
É a certeza que amanhã tudo vai desmoronar
Que tudo chega ao fim e mesmo sabendo disso tudo
E no meio desse mundo absurdo
Nesse emaranhado de lixo humano que afirmamos
Numa rotina de egoísmo e oportunismo
Todo o barulho que se pode viver se traveste num ruído
Um ensurdecedor e afirmativo sim
Para toda a morte que aduba a vida
E firma na memória que todo final
Inicia o constante existir falho
Que tentamos consertar
E quando ajeitamos as coisas maquiando os erros
Geramos a mentira
A mentira em exaltar a inexistente perfeição
Uma verdade enlatada que se alimenta de sua convicção
Que se sustenta nesse esquema modelo que anda na linha e paga as contas
Que mentira se alimenta da sua crença?
Aquela que te empurraram ou a que você criou como refúgio?
Ame o que se sente fora dos manuais
Rasgue os livros
Quebre a Tv
Amasse as bulas
Incedeie o padrão
E escute apenas o som dos estilhaços do amor
E todo o nonsense que possa vir no pacote
O que precisa ter sentido é o que precisa ser limitado
Não existe ordem em desejar
Apenas abrace o caos e ouça os estilhaços
Do melhor ruído que sua vida pode vomitar
A vida em si é um tiro e você é o alvo
Ainda existe muita munição nesse inquieto...
Por que?
Porque você vive!
Portanto mate o que importa e deixe para morrer depois
Explicações não se encontram por aqui e muito menos por ai
Sinta pra explicar que não existe motivos pra se explicar
Uma música acaba pra começar outra faixa
E existem novos sons pra compor outra tentativa desesperada
O nosso urgente caminhar
O destino sempre será lugar nenhum
Mas o caminho é um constante cenário de veracidade visceral
Interprete a si mesmo
E deixe os porcos lamberem o pus jorrando falsidade
Ignore o que eu digo como se ignora tudo que se diz
Porque quem vive agride por estar indiferente
Só se pode escutar o que se quer
Outro nó na sua cabeça
Me faz tão confuso quanto
Ainda temos muito o que aprender
Que os mestres morram em seu tedioso trono de sabedoria
Em inofensivo agonizar
E que o respeito e a agressão sejam verdadeiros molotovs
Quem entrem em combustão pelo relevante pulsar nas veias
Onde corre o sangue que o tempo esvai
Nas pessoas que se trombam com formigas
Num mundo que fascina por ser imundo
Mas ainda conserva algum sorriso ingenuo
Das crianças perdidas
Seja la onde estiverem perdidas
Ou no que se perderam
Perdemos a humanidade mas também podemos perder o pior que produzimos
Depende do que se aposta ao longo dos dias
Até chegar o momento que te encara
E quem sabe nesse dia te sobre o melhor ruído que a vida pode um dia vomitar
Sonhos distorcidos por cachaça e rivotril
O melhor ruído que sua vida pode vomitar
Está nas esquinas se exibindo num açougue vivo
Fumando crack e dando o rabo por qualquer coisa que mate a fome
O melhor ruído que sua vida pode vomitar
Se esconde na fé já descrente e preguiçosa
Na crença gorda e sedentária dos ícones falhos
O melhor ruído que sua vida pode vomitar
Se encontra na sua hipocrisia de conselhos e apreço
Seu aperto de mão é tçao falso quanto seus chutes
E todos os moralistas se erguem a seu favor
O melhor ruído que sua vida pode produzir
Está nos vagabundos que vivem a margem
Que em extrema estupidez insistem em acreditar que fazem a diferença
O melhor ruído que sua vida pode vomitar
É na minha cara, nos meus escritos amassados e na minha comida
O que produzo é tão podre quanto você por ser meu reflexo
E assim apodrecemos juntos em sinfonia delirante
O mnelhor ruído que que sua vida pode produzir
Está no coração entre as suas pernas
Gerando orgasmos claros
Gemidos e franqueza que o tempo pode acabar
Mas queremos algo além da solidão de qualquer companhia
O melhor ruído que sua vida pode vomitar
É a certeza que amanhã tudo vai desmoronar
Que tudo chega ao fim e mesmo sabendo disso tudo
E no meio desse mundo absurdo
Nesse emaranhado de lixo humano que afirmamos
Numa rotina de egoísmo e oportunismo
Todo o barulho que se pode viver se traveste num ruído
Um ensurdecedor e afirmativo sim
Para toda a morte que aduba a vida
E firma na memória que todo final
Inicia o constante existir falho
Que tentamos consertar
E quando ajeitamos as coisas maquiando os erros
Geramos a mentira
A mentira em exaltar a inexistente perfeição
Uma verdade enlatada que se alimenta de sua convicção
Que se sustenta nesse esquema modelo que anda na linha e paga as contas
Que mentira se alimenta da sua crença?
Aquela que te empurraram ou a que você criou como refúgio?
Ame o que se sente fora dos manuais
Rasgue os livros
Quebre a Tv
Amasse as bulas
Incedeie o padrão
E escute apenas o som dos estilhaços do amor
E todo o nonsense que possa vir no pacote
O que precisa ter sentido é o que precisa ser limitado
Não existe ordem em desejar
Apenas abrace o caos e ouça os estilhaços
Do melhor ruído que sua vida pode vomitar
A vida em si é um tiro e você é o alvo
Ainda existe muita munição nesse inquieto...
Por que?
Porque você vive!
Portanto mate o que importa e deixe para morrer depois
Explicações não se encontram por aqui e muito menos por ai
Sinta pra explicar que não existe motivos pra se explicar
Uma música acaba pra começar outra faixa
E existem novos sons pra compor outra tentativa desesperada
O nosso urgente caminhar
O destino sempre será lugar nenhum
Mas o caminho é um constante cenário de veracidade visceral
Interprete a si mesmo
E deixe os porcos lamberem o pus jorrando falsidade
Ignore o que eu digo como se ignora tudo que se diz
Porque quem vive agride por estar indiferente
Só se pode escutar o que se quer
Outro nó na sua cabeça
Me faz tão confuso quanto
Ainda temos muito o que aprender
Que os mestres morram em seu tedioso trono de sabedoria
Em inofensivo agonizar
E que o respeito e a agressão sejam verdadeiros molotovs
Quem entrem em combustão pelo relevante pulsar nas veias
Onde corre o sangue que o tempo esvai
Nas pessoas que se trombam com formigas
Num mundo que fascina por ser imundo
Mas ainda conserva algum sorriso ingenuo
Das crianças perdidas
Seja la onde estiverem perdidas
Ou no que se perderam
Perdemos a humanidade mas também podemos perder o pior que produzimos
Depende do que se aposta ao longo dos dias
Até chegar o momento que te encara
E quem sabe nesse dia te sobre o melhor ruído que a vida pode um dia vomitar
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Sindrome de Estocolmo
Teu desejo carrasco difere do meu
Você tem sequestrado minha alma ao longo dos anos
Seu escape se mantem no meu vicio
A dor que me inflige nutre meus devaneios
Um belo surto
Meu curto circuito
Desenha seu sorriso
E ele se torna meu
Me fiz vitima por querer
E isso me torna seu maior agressor
Sendo seu devoto escravo
Te aprisionei a amarras e mordaças
Agora você tenta em vão
É assim que funciona
Com defeito de fabricação
Construindo ruinas
Mantendo o olhar desolado
Toda fidelidade recheando outras camas
Uma verdadeira dama vadia
Seu nome era farsa e seus lábios cerrados
Despedançando toda a motivação
Nossa mentira valiosa
Num pódio sustentado por cifras
Você furtou minha sanidade
E meu troco foi violar o respeito que poderiam ter por ti
Caça ou caçador
Nossa venerea cadeia alimentar
Sugue minhas sobras porque as suas a muito estão escassas
Nenhum juri poderia condenar
Porque a justiça nunca foi inocente
Assim como eu e você
Esvaziamos a vida
Em fartas doses de hipocrisia
Cada centavo que deixamos valer mais
Será cobrado em dobro
E o que importa fica pra tras em nome de outro patético egoísmo
Você tem sequestrado minha alma ao longo dos anos
Seu escape se mantem no meu vicio
A dor que me inflige nutre meus devaneios
Um belo surto
Meu curto circuito
Desenha seu sorriso
E ele se torna meu
Me fiz vitima por querer
E isso me torna seu maior agressor
Sendo seu devoto escravo
Te aprisionei a amarras e mordaças
Agora você tenta em vão
É assim que funciona
Com defeito de fabricação
Construindo ruinas
Mantendo o olhar desolado
Toda fidelidade recheando outras camas
Uma verdadeira dama vadia
Seu nome era farsa e seus lábios cerrados
Despedançando toda a motivação
Nossa mentira valiosa
Num pódio sustentado por cifras
Você furtou minha sanidade
E meu troco foi violar o respeito que poderiam ter por ti
Caça ou caçador
Nossa venerea cadeia alimentar
Sugue minhas sobras porque as suas a muito estão escassas
Nenhum juri poderia condenar
Porque a justiça nunca foi inocente
Assim como eu e você
Esvaziamos a vida
Em fartas doses de hipocrisia
Cada centavo que deixamos valer mais
Será cobrado em dobro
E o que importa fica pra tras em nome de outro patético egoísmo
domingo, 5 de dezembro de 2010
Ofertas mortas na seção de mentiras
Tim Maia te disse que ela partiu e que nunca mais voltou
E quem quer saber do seu enfadonho tropeçar?
Procure uma forma diferente de se masturbar e ejacule na sua solidão
Ninguém tem tempo pra você
Tempo não se doa a ninguém
Distribuição gratuita se faz com o pente cheio de balas
Sabe quantas granadas me cuspiram e eu tive que engolir?
Tanto faz! todo mundo tem um terceiro Reich tramando ataques relâmpagos
Coca-cola e azia
Queimando o estomago em sufocante napalm
Você engole seco outro querer frustado
O natal vem vindo com suas luzes hipócritas
Pisquem e brilhem outro inferno em liquidação
Suguem toda a grana que pode prostituir minha dignidade
Sem dinheiro e com as cabeças violadas
Seguem deixando muito mais que alguns reais no caixa
Outra lobotomia bate com o sino pequenino de Belém
Enfia esse Deus menino de volta nessa puta virgem
Datas nunca me incomodaram tanto quanto o que as pessoas fazem com elas
Quer algo pra se lembrar? lembre do dia que a vida te tirou o seu melhor
Lembre de se sentir acuado e indefeso
Um completo palerma que precisaria de ajuda pra mastigar se lhe empurrassem comida
Pouco importa se não consegue digerir suas dores
Implore por seu tiro de misericórdia
Abrece seu papel de coitado que é o que parece ter lhe sobrado
Salas de espera me lembram o quanto as pessoas esperam das outras
Querem ser ou que você seja a pecinha de lego que falta pra montar o castelo
As ruínas são tuas então te vira pra organizar teus pedaços
A peça que te falta é bom senso pra chutar quem cruze seu caminho
As pessoas não merecem o melhor
Ninguém merece
Eu não mereço...
Sempre o mesmo papo furado sobre mérito
Faça por onde ter o merecimento de algo tão válido quanto seu nulo existir
Eu gargarejei dia desses o sangue que quase vomitei
Engoli tudo de volta como se fosse revigorar minhas forças
Eu gosto de piadas como essa
Quem sobrevive ao humor torna o mesmo banal
Um irrelevante sorriso amarelo que se força a se estampar na cara
Cara a tapa é rotina e outra queda te espera quando passar pela porta
Quem diria que alguém poderia se importar?
Tantos planos de saúde, igrejas e bancos oferecendo empréstimos
Eles querem sua eterna gratidão
Querem seu dever sendo herdado durante várias gerações
A maldição da culpa forçando as pessoas a terem dívidas homéricas
Quantas pessoas você tem que foder pra esquecer de amar?
Enfie seus sentimentos idiotas dentro desse limbo que você tem na cabeça
Suas lágrimas nostálgicas não vão ser ouvidas por ninguém
Quer romance e entrega na sua vida? a novela te oferece tudo isso sem causar dor
O baixo funkeado conduz em groove um lamento de vozeirão estrondoso
A bateria marca esse sincero pesar
Enquanto a guitarra se insinua sacana como se enfiasse libido nesse apelo
Quem voltou pros seus braços por isso?
Sua música só pode no máximo valer grana
Coisa que só parece ter algum valor
O sono e exaustão estão sempre acordados
Eles fazem companhia pra sua solidão de cigarros entupindo um cinzeiro
Quantas garrafas vazias guardadas no teu quarto
Cada uma se esvaziou com seus últimos goles
Os galos cantam zombando dos seus vícios e anunciam outra manhã que te agride
Nem são de briga mas se acham mais do que frangos gasguitas
Você pensa neles fritos e recheando seu prato e sonha com algumas cervejas
Uma cerveja poderia apagar o sol?
Quanta aguardente se consome para sarar as feridas?
Rios de vodka e vinho cruzam montanhas de cocaína
Mas quando vão apagar sua memória?
Fume todo fumo que puder
Até fazer Bob Marley parecer um moleque que só tava experimentando
Você realmente não se importa com esses caras, apesar de preferir o Dylan
E nenhum garoto de Liverpool assumiu suas chagas
Heróis e referências podem ser mais vivas do que esses cortes abertos?
Você sorri abrindo a faca os outros cortes que já estavam fechados
Gostaria mesmo de pegar esse revolver e carrega-lo com o seu futuro
Meter ele na sua cabeça e aproveitar a chance e meter o meu futuro também
Existe desperdício maior do que ser alguém amanhã?
Crinças são tão tolas mas onde estão as limitações de tempo e espaço?
Na sua cabeça adulta e responsável!
Responsável pelos alicerces de sua hipocrisia experiente
Sempre gostei de queijo do reino
Andei imaginando como seria bom encolher e explorar sozinho o reino desse queijo
Como um rato desses desenhos animados
Tom e Jerry são como Caim e Abel
Obsereve os dois casos e pense em como costumamos agir
Tem coisa mais humana que esfaquear seu irmão?
Queria ver seu corpo alagar a sala de sangue
Seria o melhor banho que eu poderia capaz de imaginar
Tem um garoto esquecido
que procura destruir os conceitos que encontra
Mas um dia ele sonhou uma bela história
Assim como você
Passado todo os dias que estão por vir
O fim se faz afirmação diariamente
Mas da lugar a um novo início
E agora o garoto pode voar
Até acordar com a cabeça estourada no chão
Acredite...crer não é fácil, mas ainda podemos tentar
Tente parar de mentir sua vida
Já é um bom começo
Apesar das opções mais fáceis
Nosso complicado viver não passa de uma tempestade que criamos em copos
Com água ou veneno
Aproveitem as ofertas da liquidação da vida
Quem sabe amanhã me sobre teu beijo desidratado
E quem quer saber do seu enfadonho tropeçar?
Procure uma forma diferente de se masturbar e ejacule na sua solidão
Ninguém tem tempo pra você
Tempo não se doa a ninguém
Distribuição gratuita se faz com o pente cheio de balas
Sabe quantas granadas me cuspiram e eu tive que engolir?
Tanto faz! todo mundo tem um terceiro Reich tramando ataques relâmpagos
Coca-cola e azia
Queimando o estomago em sufocante napalm
Você engole seco outro querer frustado
O natal vem vindo com suas luzes hipócritas
Pisquem e brilhem outro inferno em liquidação
Suguem toda a grana que pode prostituir minha dignidade
Sem dinheiro e com as cabeças violadas
Seguem deixando muito mais que alguns reais no caixa
Outra lobotomia bate com o sino pequenino de Belém
Enfia esse Deus menino de volta nessa puta virgem
Datas nunca me incomodaram tanto quanto o que as pessoas fazem com elas
Quer algo pra se lembrar? lembre do dia que a vida te tirou o seu melhor
Lembre de se sentir acuado e indefeso
Um completo palerma que precisaria de ajuda pra mastigar se lhe empurrassem comida
Pouco importa se não consegue digerir suas dores
Implore por seu tiro de misericórdia
Abrece seu papel de coitado que é o que parece ter lhe sobrado
Salas de espera me lembram o quanto as pessoas esperam das outras
Querem ser ou que você seja a pecinha de lego que falta pra montar o castelo
As ruínas são tuas então te vira pra organizar teus pedaços
A peça que te falta é bom senso pra chutar quem cruze seu caminho
As pessoas não merecem o melhor
Ninguém merece
Eu não mereço...
Sempre o mesmo papo furado sobre mérito
Faça por onde ter o merecimento de algo tão válido quanto seu nulo existir
Eu gargarejei dia desses o sangue que quase vomitei
Engoli tudo de volta como se fosse revigorar minhas forças
Eu gosto de piadas como essa
Quem sobrevive ao humor torna o mesmo banal
Um irrelevante sorriso amarelo que se força a se estampar na cara
Cara a tapa é rotina e outra queda te espera quando passar pela porta
Quem diria que alguém poderia se importar?
Tantos planos de saúde, igrejas e bancos oferecendo empréstimos
Eles querem sua eterna gratidão
Querem seu dever sendo herdado durante várias gerações
A maldição da culpa forçando as pessoas a terem dívidas homéricas
Quantas pessoas você tem que foder pra esquecer de amar?
Enfie seus sentimentos idiotas dentro desse limbo que você tem na cabeça
Suas lágrimas nostálgicas não vão ser ouvidas por ninguém
Quer romance e entrega na sua vida? a novela te oferece tudo isso sem causar dor
O baixo funkeado conduz em groove um lamento de vozeirão estrondoso
A bateria marca esse sincero pesar
Enquanto a guitarra se insinua sacana como se enfiasse libido nesse apelo
Quem voltou pros seus braços por isso?
Sua música só pode no máximo valer grana
Coisa que só parece ter algum valor
O sono e exaustão estão sempre acordados
Eles fazem companhia pra sua solidão de cigarros entupindo um cinzeiro
Quantas garrafas vazias guardadas no teu quarto
Cada uma se esvaziou com seus últimos goles
Os galos cantam zombando dos seus vícios e anunciam outra manhã que te agride
Nem são de briga mas se acham mais do que frangos gasguitas
Você pensa neles fritos e recheando seu prato e sonha com algumas cervejas
Uma cerveja poderia apagar o sol?
Quanta aguardente se consome para sarar as feridas?
Rios de vodka e vinho cruzam montanhas de cocaína
Mas quando vão apagar sua memória?
Fume todo fumo que puder
Até fazer Bob Marley parecer um moleque que só tava experimentando
Você realmente não se importa com esses caras, apesar de preferir o Dylan
E nenhum garoto de Liverpool assumiu suas chagas
Heróis e referências podem ser mais vivas do que esses cortes abertos?
Você sorri abrindo a faca os outros cortes que já estavam fechados
Gostaria mesmo de pegar esse revolver e carrega-lo com o seu futuro
Meter ele na sua cabeça e aproveitar a chance e meter o meu futuro também
Existe desperdício maior do que ser alguém amanhã?
Crinças são tão tolas mas onde estão as limitações de tempo e espaço?
Na sua cabeça adulta e responsável!
Responsável pelos alicerces de sua hipocrisia experiente
Sempre gostei de queijo do reino
Andei imaginando como seria bom encolher e explorar sozinho o reino desse queijo
Como um rato desses desenhos animados
Tom e Jerry são como Caim e Abel
Obsereve os dois casos e pense em como costumamos agir
Tem coisa mais humana que esfaquear seu irmão?
Queria ver seu corpo alagar a sala de sangue
Seria o melhor banho que eu poderia capaz de imaginar
Tem um garoto esquecido
que procura destruir os conceitos que encontra
Mas um dia ele sonhou uma bela história
Assim como você
Passado todo os dias que estão por vir
O fim se faz afirmação diariamente
Mas da lugar a um novo início
E agora o garoto pode voar
Até acordar com a cabeça estourada no chão
Acredite...crer não é fácil, mas ainda podemos tentar
Tente parar de mentir sua vida
Já é um bom começo
Apesar das opções mais fáceis
Nosso complicado viver não passa de uma tempestade que criamos em copos
Com água ou veneno
Aproveitem as ofertas da liquidação da vida
Quem sabe amanhã me sobre teu beijo desidratado
Achados e perdidos
Os sonhos de outrora marcham funebres
Se desmanchando em versos que te soam banais
Mais uma vez elogios e comentários
Alguma critica sem nenhuma rima com as entranhas
Outro sábio desconexo com o amor
Perdido em meio ao seu grande ego de livros e mandamentos
Em sintonia com a gramática e seus grilhões
Preocupado em rotular liberdade de licença poética
Espontanea descarga de sensações em movimentos vanguardistas
Preocupado taxar o convecional e o não convencional
Um mestre do que não se vive
Cercado por alunos ansiosos em arremedar esse não viver
Pra que me importaria em impressionar?
Previsivel ou não o meu diploma não se ganha em escolas e academias
Sou piegas como amor com dor
Datado como berrar um refrão que nasceu pra ser selvagem
As surpresas apenas acontecem como se sente na hora
As pedras rolam em avalanches e cachimbos
As esquinas perdidas cobram uma mixaria por algum orgasmo pueril
Outro beco espancam o tédio tendo em mão um porrete intolerante
Qual amor te agride mais? as diferenças ou as afinidades?
O triturador de lixo apaga outro passado em comum
E escondendo as lágrimas nos olhos acendo outro cigarro com sua foto
O inicio do fim grita em silencioso e respeitoso desacato
Suas asas deviam ser de chumbo por isso estagnaram tua liberdade a esse fingimento
Que eu uso de toda a minha sinceridade pra fingir acreditar que você não percebe
O sol se põe em queda diante de mais um adeus banal
Rasgaram com faca os doces desejos infantis
Se essa rua fosse minha eu faria muito mais por você
Mais do que o mundo ja fez ou prometeu
Mas ja pisaram na minha mão quando pedi mais uma chance
É triste quando duvidam da sua vontade franca
E a franqueza se perde em prantos solitários e mudos
A surdez dos corações blindados não permite o livre sentir
Poderia ter a dádiva dessa maldição por tanta gente
Mas tenho por você que nem sei mais quem é
O tempo misturou tudo isso numa colher até dissolver
Amarrou o elástico no meu braço e injetou esse leve beijo nas minhas veias
Flutua dentro de mim um sorriso que não é meu
Um sorriso sem rosto que nem ao menos sei se um dia teve
Se teve, eu realmente não lembro mais de suas feições
Ou elas se tornaram diferentes
Frias e distantes
Autoritárias demais e atreladas as suas negações
Mais uma vez seu tribunal me condena a fogueira
Um conselho formado pelos escolhidos da literatura vem apontar minhas falhas
Como seu eu não fosse ciente do lixo que posso produzir
Vocês perdem seu tempo tentando me mostrar o sucesso
Querem me ensinar a ser alguém
Mas eu durmo até tarde aos domingos e já sou alguém sem futuro
Tanto quanto você e seu diploma ou carteira assinada
Também assinaram minha carteira e dias depois eu tava na fila pro exame demissional
Sucesso é comer comida do lixo ou no supermercado sem pagar
Que diferença faz a sua maldita ocupação e sua rotina de cidadão modelo
Paga suas contas, impostos e não afronta a moral e os bons costumes
Mas isso te ame e te abraça ao fim do dia te olhando como se o mundo oudesse acabar naquele misero segundo que vale mais do que todo seu salário?
Acho que não!!
Você nunca foi so um segundo ou um fim de mês
Era a rotina menos previsivel e o inusitado mais cotidiano
Meu melhor erro...devo ter escrito seu nome em algum lugar
Talvez na gaveta fechada e cheia de poeira
Ainda vão tentar me expor a algum constrangimento por ser quem sou
Mas entre seu erro e o meu erro, eu prefiro o meu
Sou como você! diferente e falho
Ainda bem que temos isso em comum
Não somos iguais
Mas apenas uma pessoa fez minha diferença ir além
Quem melhor do que você pra saber de quem eu estou falando
Estou a muito tempo num limbo e nem sei do que falo realmente
Mas ainda sinto pulsando vivo algo que não me assombra
Mas também não me conforta
E inquieto tento saber em vão o que sinto
Só sei o nome mas quando tento falar eu nunca consigo lembrar
Dia desses eu desci bebado num supermercado e decidi comprar meu café da manhã
Normalmente iria furta lo mas eu tava solitário demais pros riscos
Queria a frieza da compra porque refletia meu estado
Fedendo e suado saio causando má imppressão as familias modelo
A porta se mostra mais educada que todos e abre sozinha me revelando a saída
Ela me lembra você quando me convidou pra cair fora da sua vida
Eu começo a comer o tal sanduiche e sinto a vida a cada mordida
E como um mendigo eu tento pensar que você teve sempre a mesma relevância pra mim
Meu prato de comida
Mas a satisfação ia além de matar a fome
O prazer da vida exalada nos poros
Como cachaça que sai do corpo impregnando as roupas
Alguém que passa pela sua vida e finca um sincero desejo de que nunca se acabe
Mas que um dia a gente se toca de que até as lembranças se apagam...
Nostalgia suicida ou um constante homicidio?
Ame primeiro e tente me dizer depois
Garanto que é mais facil apertar o gatilho.
Se desmanchando em versos que te soam banais
Mais uma vez elogios e comentários
Alguma critica sem nenhuma rima com as entranhas
Outro sábio desconexo com o amor
Perdido em meio ao seu grande ego de livros e mandamentos
Em sintonia com a gramática e seus grilhões
Preocupado em rotular liberdade de licença poética
Espontanea descarga de sensações em movimentos vanguardistas
Preocupado taxar o convecional e o não convencional
Um mestre do que não se vive
Cercado por alunos ansiosos em arremedar esse não viver
Pra que me importaria em impressionar?
Previsivel ou não o meu diploma não se ganha em escolas e academias
Sou piegas como amor com dor
Datado como berrar um refrão que nasceu pra ser selvagem
As surpresas apenas acontecem como se sente na hora
As pedras rolam em avalanches e cachimbos
As esquinas perdidas cobram uma mixaria por algum orgasmo pueril
Outro beco espancam o tédio tendo em mão um porrete intolerante
Qual amor te agride mais? as diferenças ou as afinidades?
O triturador de lixo apaga outro passado em comum
E escondendo as lágrimas nos olhos acendo outro cigarro com sua foto
O inicio do fim grita em silencioso e respeitoso desacato
Suas asas deviam ser de chumbo por isso estagnaram tua liberdade a esse fingimento
Que eu uso de toda a minha sinceridade pra fingir acreditar que você não percebe
O sol se põe em queda diante de mais um adeus banal
Rasgaram com faca os doces desejos infantis
Se essa rua fosse minha eu faria muito mais por você
Mais do que o mundo ja fez ou prometeu
Mas ja pisaram na minha mão quando pedi mais uma chance
É triste quando duvidam da sua vontade franca
E a franqueza se perde em prantos solitários e mudos
A surdez dos corações blindados não permite o livre sentir
Poderia ter a dádiva dessa maldição por tanta gente
Mas tenho por você que nem sei mais quem é
O tempo misturou tudo isso numa colher até dissolver
Amarrou o elástico no meu braço e injetou esse leve beijo nas minhas veias
Flutua dentro de mim um sorriso que não é meu
Um sorriso sem rosto que nem ao menos sei se um dia teve
Se teve, eu realmente não lembro mais de suas feições
Ou elas se tornaram diferentes
Frias e distantes
Autoritárias demais e atreladas as suas negações
Mais uma vez seu tribunal me condena a fogueira
Um conselho formado pelos escolhidos da literatura vem apontar minhas falhas
Como seu eu não fosse ciente do lixo que posso produzir
Vocês perdem seu tempo tentando me mostrar o sucesso
Querem me ensinar a ser alguém
Mas eu durmo até tarde aos domingos e já sou alguém sem futuro
Tanto quanto você e seu diploma ou carteira assinada
Também assinaram minha carteira e dias depois eu tava na fila pro exame demissional
Sucesso é comer comida do lixo ou no supermercado sem pagar
Que diferença faz a sua maldita ocupação e sua rotina de cidadão modelo
Paga suas contas, impostos e não afronta a moral e os bons costumes
Mas isso te ame e te abraça ao fim do dia te olhando como se o mundo oudesse acabar naquele misero segundo que vale mais do que todo seu salário?
Acho que não!!
Você nunca foi so um segundo ou um fim de mês
Era a rotina menos previsivel e o inusitado mais cotidiano
Meu melhor erro...devo ter escrito seu nome em algum lugar
Talvez na gaveta fechada e cheia de poeira
Ainda vão tentar me expor a algum constrangimento por ser quem sou
Mas entre seu erro e o meu erro, eu prefiro o meu
Sou como você! diferente e falho
Ainda bem que temos isso em comum
Não somos iguais
Mas apenas uma pessoa fez minha diferença ir além
Quem melhor do que você pra saber de quem eu estou falando
Estou a muito tempo num limbo e nem sei do que falo realmente
Mas ainda sinto pulsando vivo algo que não me assombra
Mas também não me conforta
E inquieto tento saber em vão o que sinto
Só sei o nome mas quando tento falar eu nunca consigo lembrar
Dia desses eu desci bebado num supermercado e decidi comprar meu café da manhã
Normalmente iria furta lo mas eu tava solitário demais pros riscos
Queria a frieza da compra porque refletia meu estado
Fedendo e suado saio causando má imppressão as familias modelo
A porta se mostra mais educada que todos e abre sozinha me revelando a saída
Ela me lembra você quando me convidou pra cair fora da sua vida
Eu começo a comer o tal sanduiche e sinto a vida a cada mordida
E como um mendigo eu tento pensar que você teve sempre a mesma relevância pra mim
Meu prato de comida
Mas a satisfação ia além de matar a fome
O prazer da vida exalada nos poros
Como cachaça que sai do corpo impregnando as roupas
Alguém que passa pela sua vida e finca um sincero desejo de que nunca se acabe
Mas que um dia a gente se toca de que até as lembranças se apagam...
Nostalgia suicida ou um constante homicidio?
Ame primeiro e tente me dizer depois
Garanto que é mais facil apertar o gatilho.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Uma canção estilhaçando a alma
Nuances de uma intensa apatia
Espreitam junto a um tédio parasita
Seu incomodo estomacal diante da mesmice
Impera um peso em seus dias
Que sufoca num mentir constante
Um beijo arranca mais que os lábios
A vida violada das cidades podres
Nesse insistente caminhar a formigar passos
Num certeiro golpe de bisturi tecendo odes
A alguma guilhotina coagulando quadros
Pinturas expressionistas das dores em cores
Sorrisos em preto e branco
Num filme mudo e dadaista de baixo orçamento
Violinos em fúria rasgam ouvintes que já não escutam mais
As batidas apocalipticas anunciam seu novo tormento
Segredos esfacelados alimentam gaivotas no fim do cais
O sol se põe em declinio isolado no vento frio que clama a noite
O problema sempre foi você no reflexo do fundo da privada
Em instantes a imagem refletida é enterrada em vômito
Puxe a descarga e sele seu desfecho
As idéias confusas explodem acordes na mente distorcida
Microfonias em chamas inaudiveis de um lamento atonal
Dodecafônico desejo além do que oferece seu desespero anal
A música concreta contida nas orgias dos quartos ao lado
Distantes orgasmos que assombram seu sono
As paredes e o teto ressoam o silêncio de sua cabeça desolada
Um deserto de sensações amargando cada gota
Se esvaindo em sangue se perde outro sonho
Auto ajuda contida num gatilho
Gire o tambor e feche os olhos
Eu espero um estrondo seguido de um jato vermelho
O trovejar das palavras a queima roupa
Tornaram todos, inválidos tiros
Ao nada perfuram a carne
Enquanto tua boca dilacera qualquer existir
A alma arde acima da pele
Queimam com a polvora num secreto calar
O desespero confortante do silêncio que decreta o fim
Outro inicio prestes a acabar
Enquanto recolho pedaços de mim
Amem seu persistente amém
Até qualquer coisa nos separar
A morte andou perdendo sua credibilidade
Enquanto as luzes continuam acesas na cidade
E a fumaça faz a prévia de mais um amanhecer
Uma devassa solidão ensolarada nasce
No lugar de outra noite perdida em carne viva
Espreitam junto a um tédio parasita
Seu incomodo estomacal diante da mesmice
Impera um peso em seus dias
Que sufoca num mentir constante
Um beijo arranca mais que os lábios
A vida violada das cidades podres
Nesse insistente caminhar a formigar passos
Num certeiro golpe de bisturi tecendo odes
A alguma guilhotina coagulando quadros
Pinturas expressionistas das dores em cores
Sorrisos em preto e branco
Num filme mudo e dadaista de baixo orçamento
Violinos em fúria rasgam ouvintes que já não escutam mais
As batidas apocalipticas anunciam seu novo tormento
Segredos esfacelados alimentam gaivotas no fim do cais
O sol se põe em declinio isolado no vento frio que clama a noite
O problema sempre foi você no reflexo do fundo da privada
Em instantes a imagem refletida é enterrada em vômito
Puxe a descarga e sele seu desfecho
As idéias confusas explodem acordes na mente distorcida
Microfonias em chamas inaudiveis de um lamento atonal
Dodecafônico desejo além do que oferece seu desespero anal
A música concreta contida nas orgias dos quartos ao lado
Distantes orgasmos que assombram seu sono
As paredes e o teto ressoam o silêncio de sua cabeça desolada
Um deserto de sensações amargando cada gota
Se esvaindo em sangue se perde outro sonho
Auto ajuda contida num gatilho
Gire o tambor e feche os olhos
Eu espero um estrondo seguido de um jato vermelho
O trovejar das palavras a queima roupa
Tornaram todos, inválidos tiros
Ao nada perfuram a carne
Enquanto tua boca dilacera qualquer existir
A alma arde acima da pele
Queimam com a polvora num secreto calar
O desespero confortante do silêncio que decreta o fim
Outro inicio prestes a acabar
Enquanto recolho pedaços de mim
Amem seu persistente amém
Até qualquer coisa nos separar
A morte andou perdendo sua credibilidade
Enquanto as luzes continuam acesas na cidade
E a fumaça faz a prévia de mais um amanhecer
Uma devassa solidão ensolarada nasce
No lugar de outra noite perdida em carne viva
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